O carnaval surgiu (segundo a Wikipédia) no XI, quando a igreja católica implantou a Semana Santa antecipada por quarenta dias de jejum. Esse período de privações incentivou a população a realizar festas antes da quaresma. Nessas festas eles se divertiam e comiam exageradamente. Tem se aí a origem da palavra: “carnis” “valles” (carnaval) que quer dizer, prazeres da carne.
O carnaval é uma das festas mais animadas que existe e apesar de não ser de origem nacional, ela se popularizou no Brasil e se tornou referencia mundialmente. Nela as pessoas vão para as ruas pular, gritar, dançar, e beber. As três primeiras ações não trazem muitas conseqüências, a não ser ronquidão ou dores musculares, mas com relação à bebida é sempre bom nos preocuparmos. A maioria das pessoas que pulam carnaval desconhecem a historia e provavelmente também não querem conhecer. E apesar da origem querer dizer “prazeres da carne”, acredito que hoje em dia a carne apreciada seja outra. Infelizmente muitos utilizam da beleza da festa para “aprontar”. Bebem demasiadamente, destroem o corpo com drogas, praticam atos de vandalismo e fazem sexo sem proteção e sem limites. Esse último ponto (sexo) é assunto para um artigo inteiro, pois é no mínimo engraçado o fato de que antigamente o carnaval era comemorado com fantasias e máscaras (colombina, Pierro e Rei Momo) e hoje em dia é comemorado com todo mundo pelado, (Por favor, não me venham com desculpas de que o país é quente) mas não quero entrar em detalhes.
Sei que pareço antiquado e tradicional (careta), mas como futuro educador, já percebi o quanto é horrível quando os adultos dão péssimos exemplos para os filhos e acabam por transformá-los em adultos piores que eles mesmos.
Então pessoal, Carnaval? Pega leve!




