"Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo"

Metamorfose Ambulante - Raul Seixas

sábado, 29 de janeiro de 2011

VAMOS FICAR DE OLHO!

Essa semana circulou nos meios de comunicação, a notícia que ex-políticos estão recebendo benefícios (aposentadoria) por já terem exercido o cargo de governador. Até aí tudo bem, mas o que mais espanta é o fato de que, em um dos exemplos o servidor só “governou” por 10 dias e ainda assim recebia uma aposentadoria de 15 mil reais por mês. Temos ainda outro caso onde o, na época, presidente da Assembléia legislativa, quando assumiu o governo temporariamente teve um mandato um pouco maior que o primeiro exemplo, 33 dias, e ainda assim também desfruta do “farto” benefício. A notícia traz ainda, que a soma de todas as aposentadorias e pensões dos ex-governadores e viúvas do estado somam anualmente 2,6 milhões aos cofres públicos.
Isso só pode ser brincadeira!!!
Quem é ladrão, levanta a mão por favor!
Enquanto outro servidor qualquer precisa contribuir mais de 25 anos para garantir uma aposentaria mínima, um político desses passa a ter tamanha regalia por tão pouco tempo de serviço. Tudo bem que depois da notícia ter corrido em rede nacional, um dos exemplos (primeiro), já expediu o pedido de renúncia da pensão e se espera que os outros sigam o exemplo do mesmo. Mas ainda assim, será que esse dinheiro será devolvido ao povo? E se for, será que vai ser realmente empenhado aos tantos setores que precisam, (saúde, educação, segurança pública etc.) ou apenas vai trocar de bolso?
Bom, eu acredito que isso esteja errado. Mas como “uma andorinha só não faz verão” eu peço encarecidamente a todos os cidadãos brasileiros, “VAMOS FICAR DE OLHO” e fazer o possível para que fatos como esses não se repitam, seja, acompanhando o noticiário, cobrando, investigando e principalmente tendo consciência ao votar. Quem sabe no futuro tenhamos extinguido notícias como esta do cenário político nacional.
PS: Achei melhor não colocar o nome do estado que os exemplos citados fazem parte.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A FALTA DE INTERESSE.

Desde que entrei na UNEMAT, e comecei a entender como funcionava uma universidade, comecei também a perceber aonde existiam falhas. Falhas essas que não podem existir numa instituição de tal porte. Sei que erros, falhas e problemas, existem em qualquer ambiente social (igreja, família, escola, etc.) e que o normal nesses casos, é que as pessoas que fazem parte do mesmo se mobilizem em prol da mudança para melhor.
Foi por isso que separei este tema para inaugurar meu blog. Pois a muito tempo que noto a falta de interesse de muitos na UNEMAT para qualquer coisa que se vá fazer. Desde gestos simples, como a festa de boas vindas aos calouros que entram todo semestre, onde os veteranos não gostam de ajudar.  E ainda a participação em sala dos alunos que quase nunca é satisfatória na opinião dos professores, que alegam desatenção, falta de criatividade, desmotivação, ou seja, “falta de interesse”. Ou mesmo assuntos de interesses dos próprios acadêmicos, como a participação no DCE, onde as chapas para concorrerem a coordenação demoram completar seus cargos e tanto no dia do debate como no dia da votação, faltam muitos acadêmicos para participar, assistir, debater e votar. E por fim, assuntos de extrema importância como a eleição para a coordenação do campus, em que o único debate que aconteceu, teve uma minoria de acadêmicos assistindo, ouvindo as propostas das candidatas e participando.
É claro que antes de criticar a desmotivação da maioria, eu entendo que muitos ali fazem um esforço enorme para chegar e se manter no curso, sem falar no fato da maioria dos acadêmicos que trabalham o dia inteiro, cuidam de casa, e tem que se concentrar nos estudos. Mas acredito que buscar forçar para nos empenharmos mais, é fundamental, primordial para a melhoria da universidade. Pois se estamos estudando nela hoje, é por que alguém no passado também se esforçou, e se queremos deixar algo para o futuro, também teremos que nos esforçar o mínimo necessário.

sábado, 22 de janeiro de 2011